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segunda-feira, 30 de julho de 2012

De Volta à Praia do Forte

Ok, depois de uma experiência bem "mais ou menos" quando viajamos para o Iberostar Praia do Forte em 2010, voltamos lá nas férias deste ano. Foi meio por falta de opção, pois mesmo procurando pacotes em abril, já era tarde para achar outros destinos para julho.

Desta vez foi um pouco melhor, mas no hotel em si quase nada mudou. Acho que foi melhor porque a Laura está maiorzinha e curtiu mais. Assim, prestamos menos atenção ao serviço do hotel e mais na estrutura física, com muito espaço para as crianças explorarem.

Saímos de casa no dia quase duas horas antes do voo. Foi bom, pois o aeroporto estava cheio e demoramos bastante na fila. Apesar de ser uma quinta feira, havia muito tráfego aéreo. O voo atrasou uma hora. A Laura estava super ansiosa, pois ficamos quase meia hora dentro do avião antes de decolar. 

Ao chegar em Salvador, tivemos um stress. O transfer não era privativo. Era um micro-ônibus e foi com umas 15 pessoas. Até aí tudo bem, mas o problema é que não tinha a cadeirinha que a Junia tanto tinha insistido. Outra família também reclamou. Chegamos a ligar pra mais de uma pessoa um dia antes da viagem para confirmar que realmente haveria uma cadeirinha. E disseram por telefone que não precisávamos nos preocupar, pois com certeza haveria sim a cadeira no veículo.

A Junia ficou muito irada! Eu também, mas nem tanto e falei pra ela relaxar. Houve discussão. A moça do transfer foi tentar resolver e voltou dizendo que não tinham passado as instruções pra eles. Nessa hora a Junia explodiu e citou o nome das pessoas do receptivo de Salvador com quem confirmou que teriam a cadeirinha. Já não tinha muito argumento e a mulher pediu desculpas. Disse que tinha cinto de segurança nos bancos, etc. Obviamente, Murphy tratou de fazer com que no banco em que a Junia estava com a Laura não tivesse!!! Mudou de lugar. Foi um início bem chato! Depois relaxamos. 

Quanto ao transfer coletivo, teríamos que deixar o hotel 3 horas antes do voo, pois o carro passaria por vários hotéis. Achei uma droga! Ficamos de pensar melhor se cancelaríamos a volta e compraríamos um particular, dessa vez não da CVC, obviamente.

Chegamos ao hotel depois das quatro da tarde e a Laura estava super animada! Não parava de correr e adorou o quarto! Havia uma cama especialmente pra ela, o que a deixou bem empolgada.

Decidimos que falaríamos inglês durante toda a viagem, a não ser que interagíssemos com algum brasileiro. Para a Laura, tanto faz, pois com seus três aninhos ela já é fluente nas duas línguas e não mistura as bolas.

Cama da Laura
Primeira vez numa rede!

Fomos comer algo e passamos a tarde no Kids Club, onde a Laura adorou a piscininha do navio. Ficou lá até anoitecer. Algumas fotos:

Olha o bronzeado! E ainda nem pegou sol!
Brincando no Kids Club
Jantando
Comendo pipoca no teatro do hotel
Brincando no palco do teatro

No dia seguinte acordei umas 6 da manhã e corri 10km na praia, como fiz quase todos os dias. Foi ótimo!  Tomamos café e fomos pra praia. A Laura queria ir pro Kids Club. Convencemos a ir pra praia mas mudou de ideia no caminho. Foi chorando até a praia. Mas ao chegar, endoidou! 




Ela não queria entrar no mar, mas brincou demais na areia. Fiz um buraco que minava água e ela curtiu tanto que até deitou! Uma hora ela foi correr da água e caiu. Felizmente a onda era pequena. Mas quando rimos ela ficou brava e disse: it is not funny! (não tem graça) Fez amizade com crianças na praia muito facilmente!

Esse poço fez o maior sucesso!
Fazendo amizade
Com a mamãe
Com o papai
Pop and Mom


Fomos tomar ducha fria pra tirar areia e ela ficou reclamando do frio. Fomos pro Kid's. Tentou na piscina do navio, mas tava muvucado, e ela estava com medo do balde gigante que toda hora entornava um aguaceiro! No dia anterior estava mais calmo e fez a farra até de noite. Desta vez ficou inibida. Fomos pra piscina infantil.



No almoço comeu hamburger, que ela adora, como tudo que é de carne! As opções para criança no hotel eram normalmente junk food (salsicha, hamburguer, pizza...), mas, enfim, estávamos de férias, deixamos a Laura a vontade para comer o que quisesse, inclusive doces.

Ficou com muito sono após o almoço, mas acabou não querendo ir pro quarto. Fomos pra outra área de piscinas. Entramos com ela. Brincou de pular na piscina comigo e foi perdendo o medo. Foi ótimo! Voltamos pro kids. A confiança que ela acabara de ganhar na piscina grande ajudou: ficou independente demais e foi ao meio flutuando no macarrão! Brincou também no clube interno.

Voltamos pra piscina do navio. Ficou inibida com o balde, mas ao mesmo tempo fascinada! Foi ganhando confiança até subir na escada do barco e ganhar uma espirradinha de leve do balde. Mais tarde ficou contando a estória do balde toda hora!

Olha o balde!
Senta da no golfinho, mas tensa por causa do balde!


A Laura está super sociável. Tenta rapidamente puxar conversa com outras crianças de idade parecida.

Nos outros dias a rotina foi parecida. Mas a Laura evitou ir à praia. Na verdade, o que ocorre é que tinha muitas piscinas entre nosso quarto e a praia e ela rapidamente mudava de ideia e queria ir pra piscina. Deixávamos ela se divertir como quisesse.




Quanto à comida, o hotel tem uma infinidade de doces, embora quase todos tenham gosto parecido! E a Laura só queria saber de chocolate: bolo de chocolate, sorvete de chocolate, leite com chocolate, etc. Engraçado que os donuts com calda de chocolate ela não quis provar. Eu não sou muito fã mas gostei muito. Nossa pequena comeu demais nessa viagem! Ela já é um bom garfo, ainda mais quando tem os doces que ela mais gosta!


Ready, set...
...Go!

Em relação à linguagem, a Laura fala inglês tão direitinho e naturalmente que em várias ocasiões os pais de outras crianças acharam que ela fosse estrangeira. Foi bem bonitinho!

Uma das principais atrações para a Laura foi o balde do Kid's Club, que se enchia de água a cada minuto e despejava sobre as crianças com grande estrondo. Ela ficava super apreensiva, mas ao mesmo tempo queria sempre ver! 

Com o baldão desligado, teve coragem de subir no navio

Outra atração foi o teatro do hotel. No início da noite sempre tinha alguma programação infantil, principalmente com a participação das crianças. A Laura, como é de seu feitio, não queria participar. Mas dava pra perceber que, bem no fundo, ela queria estar lá com as outras crianças, pois queria assistir e ficar perto delas. Chegou a encenar uma das brincadeiras conosco quando o teatro estava vazio. Uma hora ela se solta!

No teatro

Num dos dias fomos ao Projeto Tamar, na Praia do Forte, e dessa vez a Laura curtiu mais. Da outra ela tinha menos de um ano e meio. Foi legal, mas para quem já foi uma vez, não tem muita graça. A diferença é que estava bem mais caro pra entrar. E os táxis do hotel para a Praia do Forte aumentaram 50% de preço em dois anos!

Entrada do Projeto Tamar
Não pode faltar a foto da tartarugona
No palco do Tamar
Maquete com tartaruguinhas
Vendo os tubarões
Vendo os tubarões
Voltando do Projeto Tamar


Enfim, a viagem foi bem legal porque a pequena curtiu muito. No mais, continuamos com as mesmas opiniões quanto ao hotel, mas não nos incomodamos muito dessa vez. Pela idade da Laura foi mais fácil, pois não precisamos mais de serviço de quarto, tendo em vista que ela ficou tão ligada nas opções de lazer que não dormiu de dia. E não fomos aos restaurantes temáticos, pois estávamos sempre mortos de cansaço quando a noite chegava.

Bye bye!

Esperando o avião

Os principais problemas que sentimos dessa vez foram a falta de opções de comida que não seja a do bufê, falta de opções de pratos mais saudáveis para crianças e o vinho vagabundíssimo (na verdade, são só duas opções horrorosas). Também incomoda a ausência de sucos e frutas típicas, embora talvez tenha melhorado um pouquinho neste último quesito. Mas os sucos artificiais continuam! Mas como a Laura adorou a viagem, dessa vez foi bem melhor!



terça-feira, 17 de julho de 2012

Kembra

Outro dia a Lolly estava brincando com blocos de montar. Ela queria empilhar tantos que não se sustentavam em pé, então ela continuou encaixando os blocos no chão, fazendo uma grande "torre" deitada.

De repente ela começou a explicar que aquilo era a sua "kembra". Seja lá o que for. Foi muito engraçadinho. De vez em quando ela faz isso, de inventar palavras. Mas desta vez ela continuou: "It's very good, warm and brave!... It's my kembra" ("É muito boa, calorosa e corajosa!... é minha kembra"). E a gente tentando segurar o riso e dando corda, para ver o que mais ela ia falar. Ela disse ainda com entusiasmo:"It's very big!" ("É bem grande!").

Joaninha cheia de imaginação

O Douglas perguntou: "Do your friends have kembras, too? Does Davi have one? Which color?" ("Seus amigos tem kembras também? O Davi tem uma? De que cor?") Lolly: "Yes, it's blue!... Mine is rainbow!" ("Sim, é azul [a do Davi]!... A minha é cor de arco-iris!" - ela tinha colocado blocos de todas as cores).

Neste ponto paramos para o almoço. A imaginação da Lolly tem rendido momentos muito gostosos ;-)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Barriguinha pós-parto

Durante 3 anos fui confundida com grávida.  De colegas menos chegados (aqueles que te encontram no corredor e perguntam se você está grávida de novo...) a estranhos. Perguntavam quantos meses, punham a mão na minha barriga!

Eu me orgulhava da minha barriga de grávida. Amava. E prezava muito o fato de não ter barriga antes da gravidez. Tentava ignorar estas confusões (não sem arranhões à minha autoestima), pois entrar em forma não era minha prioridade. Eu já havia optado por uma dedicação o mais exclusiva possível à Laurinha neste início, pois sei o quanto isso é importante.

Não que eu não estivesse fazendo atividade física. Até para dar conta da rotina com a Laura, eu voltei a particar exercícios 2 vezes por semana quando a Laurinha estava com 1 ano e meio. Comecei com pilates e depois mudei para power plate (o treino só durava 30 minutos. Perfeito). Mas a partir de março deste ano resolvi que iria dedicar uma hora por dia, pelo menos 3 dias por semana a recuperar minha forma. Isso siginificava basicamente perder a barriga.

Apelei para a musculação (que sempre detestei e nunca pratiquei antes) acompanhada de um pouquinho de aeróbica. Em 2 meses ganhei mais um quilo. Pânico. Não queria nem saber se estava ganhando músculo. Fui atrás de outra coisa que me orgulhava de nuca ter feito: dieta. Após uma tentativa infeliz com uma dieta de baixo índice glicêmico, descobri a dieta de South Beach. Recomendo. Esta dieta  mudou a minha forma de ver nutrição. Mas isto é outra história.

Com tudo isso, agora em julho ninguém me confundiria mais com uma grávida. Perdi 3 quilos e 4 cm na barriga.  Mas, aparentemente sem mais gordura a perder, continuava tendo uma barriguinha em torno do umbigo. Ainda não tinha atingido a meta de voltar a usar meus vestidos sem ficar com a barriga marcada.

Foi quando, quase que por acaso, o Douglas descobriu sobre diástase. Contou para colegas que eu estava fazendo dieta e elas se espantaram, pois sempre fui magra. Ele disse que eu estava incomodada com a barriga e elas disseram "Hum... será que ela não tem diástase?..". Em poucos minutos o Douglas já tinha pesquisado um pouco e mandado um livro para o meu celular: Loose your Mummy Tummy, da Julie Tupler.

Diástase ocorre quando o útero cresce e empurra o abdomen para frente. Após a gravidez, pode ocorrer  que o tecido que conecta os músculos retos abdominais, que é muito forçado durante a gravidez, não se recupera (ele como que se "esgarça") e sobra um espaço entre estes músculos. O resultado é que seu abdomen não segura mais os orgãos internos como antes e este é o motivo da barriguinha que aparentemente não se resolve com dieta ou exercício.

Eu que tinha começado a praticar abdominais (com o apoio de uma app para iPhone) há poucos dias, parei tudo. Fiz o autoexame explicado no livro e, na minha avaliação, estava com uma diástase de 4 dedos de distância. Descobri que vários tipos de exercício aumentavam a diástase, principalmente abdominais tradicionais.

Diástase - antes de depois do tratamento com a técnica Tupler

A solução tradicional para este tipo de problema é a cirurgia. Mas para minha sorte, o que o Douglas recebeu foi a indicação de uma técnica não invasiva. Uma reabilitação do músculo, chamada Técnica Tupler. E qual não foi a minha sorte: a única profissional certificada nesta técnica no Brasil, a Rafaela Rosa, atende aqui, em Brasília!

Minha consulta com a Rafaela foi ontem.  Adorei. Ela é especializada em saúde da mulher e também atua como doula. Ela faz uma série de trabalhos com mães, antes, durante e após o parto, não só o da técnica Tupler. Na avaliação dela, minha diástase está com 5 dedos, um pouco mais do que tinha identificado no autoexame. Outra novidade foi que estou com uma diástase profunda (pode ser superfecial, média ou profunda), o que significa que o tecido conectivo foi bem danificado e o tratamento pode levar um pouco mais que a média para fechar a diástase.

Na consulta ela também fez pequenas correções na forma como eu estava executando os exercícios (que comecei a praticar há 3 semanas, durante a leitura do livro) e me deu dicas preciosas de como executá-los de forma mais eficiente. Além disso, preciso usar uma faixa especial na região da barriga até a diástase fechar. Tenho acompanhamento a cada três semanas para avaliar o progresso e passar para exercícios mais avançados.
Livro, guia e faixa

Considero-me muito sortuda por ter descoberto tudo isto e espero que esta informação ajude outras mães. Mas lamento não ter tido este conhecimento antes da gravidez, pois certamente teria incluído os cuidados específicos com a musculatura do abdomen dentre os que tive. A técnica Tupler pode ser aplicada também preventivamente, antes e durante a gravidez.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Star of the week

O Star of the week é um projeto da Maple Bear  em que cada aluno é o destaque da turma por uma semana. Tem por objetivo trabalhar a auto-estima e outros valores e  habilidades importantes, adaptados a cada série.  No Toddler, os objetivos são desenvolver a auto-estima, expandir o vocabulário e envolver os pais na rotina escolar dos filhos. No Nursery, série atual da Lolly, os objetivos são desenvolver a auto-estima,  o senso de responsabilidade, promover o uso da expressão oral, expandir o vocabulário e preparar a criança para exposições públicas.


Twinkle, twinkle, little star!
Na edição do Toddler, que aconteceu em agosto do ano passado, a Laura teve que levar fotos de vários momentos de sua vida (na barriga da mãe, nascimento, engatinhando, primeiros passos...) para compor um mural que ficaria exposto em sala durante toda a semana. Num dos dias da semana, os pais deveriam comparecer para apresentar outras fotos e falar sobre o filho.

A primeira experiência da Laura não foi boa. Eu nem participei, na tentativa de evitar alguma reação mais forte. Ainda assim, a Laura chorou quase o tempo todo e se recusou a ficar junto do grupo enquanto o Douglas apresentava um álbum virtual (ele usou o iPad). Ficou num canto da sala, no colo da Miss Mara.

No ano passado, tivemos alguns episódios assim em eventos que envolviam exposição do aluno e/ou quebravam a rotina da escola, como o Open House (evento realizado no final do trimestre em que os pais são convidados a ver os trabalhos dos filhos na escola). Acho que algumas características do temperamento da Lolly explicam isso:  ser uma criança intensa, sensível e que tende a ter uma primeira reação negativa a um evento novo (embora se envolva depois de um tempo). Adicione a isso a imaturidade emocional própria da idade e tudo se explica.

Solicitamos à escola uma "segunda chance" em novembro, e a reação dela foi completamente diferente! Ela fez carinha de choro no começo, mas em pouco tempo já estava bem e participando. Desta vez fomos eu e o Douglas.

A edição deste ano, do Nursery,  foi ainda melhor. Mas fomos com cautela. Quando recebemos o aviso pela agenda de que o projeto iria começar, tomamos duas medidas: começamos a "brincar" com ela de Star of the week em casa e solicitamos à Miss Amanda que ela não fosse das primeiras a participar, pois sabemos que ela precisa de um tempo para lidar com novidades.

Material do Star of the week: álbum das estrelinhas e a Mistery box

Na segunda semana do projeto, fomos surpreendidos quando a Laura chegou da escola com o material do Star of the week. Mas havia uma explicação na agenda: Miss Amanda informou que a Laura havia pedido para participar!  Ela achou que seria interessante aproveitar a disposição da Lolly e, se não desse certo, daria outra oportunidade.

Questionário mostrado na terça
A escolha do aluno se dá por sorteio e o nome dela não estava sendo incluído. Não é que incluíram e a Laura foi sorteada? Ela participou na semana de 18 de junho.

Nesta edição as atividades eram:
  • Segunda: montagem do mural, com fotos de vários momentos da Laura, como no Toddler.
  • Terça:  apresentação de um questionário ilustrado com colagens e fotos,  que seria usado para a Laura falar um pouco de si, com a ajuda da professora.

Livro "lido" na quarta
  • Quarta: "leitura" de um livro que gostasse para para os colegas
  • Quinta: seria o dia da Laura levar a Mistery Box (uma caixa com um objeto da Laura para os demais colegas adivinharem o conteúdo a partir das dicas preparadas por ela. Ela escolheu uma de suas bonecas).
Além disso, ela seria a primeira da fila e a ajudante da professora durante a semana.

A Laura foi muito bem nas apresentações, como se pode ver nos vídeos a seguir. Ficamos radiantes (e emocionados) com o progresso da nossa estrelinha! Agradecemos imensamente à equipe de professoras do Nursery (Miss Amanda, Miss Dani e Miss Tati) que gentilmente compartilharam  este momento conosco.



Laura falando de si mesma para a classe


Laura "lendo" um de seus livros favoritos para a classe



Laura ajudando a professora na chamada


Na sexta, as crianças recebem um certificado pela participação.

Positive attitude and hard work!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

I was dreaming, inside my mind

Frequentemente a Laura acorda dizendo esta frase, que se tornou comum depois que explicamos que o sonho acontece dentro da nossa mente.

Hoje pela manhã foi assim. Abriu os olhos e disse: I was dreaming, inside my mind ( Estava sonhando, dentro da minha mente" - ela sempre diz e coloca o dedinho na têmpora, uma graça). Eu a peguei no colo, como todas as manhãs e fomos para a cadeira de balanço, onde ficamos um pouco até ela "terminar" de acodar. Então ela continuou: "I am Louie and you, Yoko" (do desenho "Draw me a picture Louie")."I was very young, a little seed, very tiny, a black seed. I was inside Yoko's belly. And then I was born."("Eu sou o Louie e você, Yoko. Eu era muito jovem, uma sementinha, muito pequena, uma semente preta. Eu estava na barriga da Yoko. E então eu nasci").

Mocinha, no parque de diversões

Depois disso, continuamos conversando e eu disse que era hora de se arrumar para ir para a escola e a chamei de "my little baby" (meu bebezinho), ao que ela respondeu: "No, I'm not a baby, I'm a big girl!" (Não, eu não sou um bebê, sou uma mocinha!").

domingo, 3 de junho de 2012

Did you chew it, mommy?

A Lolly tem mania de mastigar a escova de dentes. Um dia comprei uma de bebê, com cerdas bem macias para experimentar, e o resultado foi que os tufos começaram a se soltar com poucos dias de uso. Expliquei para a Laura que "It's falling apart because you chewed it" (está caindo os pedaços porque você a mastigou).

Faz alguns dias, estávamos eu e a Lolly no banheiro (será coincidência ou os momentos de "reflexão" acontecem aqui mesmo? :-), quando ela percebeu um fio solto na minha calcinha. Ela me perguntou: "What's this mommy?" (O que é isso mamãe?). "A thread." (Uma linha) eu disse. Quis explicar que estava desfiando e, como não lembrava do verbo mais adequado (unravel - desfazendo), usei falling apart (despedaçando).

Conclusão da Lolly: Did you chew it mommy? (Você a mastigou, mamãe?) :-))))

Did you chew it, mommy?

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Finalzinho de virose


Hoje me ligaram da Maple Bear dizendo que a Laura tinha vomitado depois do lanche. Fui buscá-la mais cedo um pouco e estava bem, alegre e falante. Perguntei e ela disse que tinha vomitado só um pouco. Em casa ela praticamente não almoçou. Comeu uns dois pedacinhos de carne. A Julienne ofereceu também salsicha e ela quis, mas comeu também só uns dois pedaços. Estamos meio preocupados. A Junia ligou pra dra Bernardete, que disse ser tudo normal de uma virose e pra esperar 10 dias. Pelo menos ela está bem, brincando bastante e se divertindo. Não vomitou em casa.

Sem apetite

Ela já tinha estado meio febril até uns dois dias atrás e tem estado sem apetite.Também estava com cocô mole. Anteontem já estava bem líquido e tinha feito na roupa duas vezes. Quando eu a busquei ela estava bem, mas cochilou no carro, o que não é comum a não ser nos dias do balé. A Junia disse que a Laura não dormiu bem, tendo acordado às 3 da manhã e levado muito tempo pra voltar a dormir. Quando chegamos em casa da escola, a Laura quis ir fazer cocô e não conseguiu. Mas depois fez com a Julienne, líquido. Demos pedialit e depois ela foi almoçar. Enquanto a Julienne preparava o prato da Laura, esta me pediu um pedacinho "a tiny little piece" :-) de carne. Eu dei e ela engasgou. Achei que era por ânsia de vômito e fiquei preocupado, pois já estava com diarreia. Mas acho que não, pois depois comeu numa boa. Não quis gatorade, mas tomou chá. Fiquei com ela enquanto ela almoçava até 13:30. Saí meio com o coração apertado, pois não gosto quando está meio doentinha. Estava meio quietinha, mas talvez por causa do sono, pois logo que chegou em casa estava super falante e feliz. Despedi-me e ela não chorou, mas pareceu ficar tristinha.

Red Hot Chili Peppers!


A Laura tem curtido bastante Red Hot Chili Peppers! Gosta de músicas como Can't Stop, Zephyr Song e Fortune Faded. São músicas que eu coloquei no iPod dela mas que somente recentemente ela descobriu.

Outro dia eu estava tentando mostrar pra ela algumas outras músicas, mas ela pediu: "Daddy, let's hear Red Hot Chili Peppers?" Que graça! Só quer saber desses caras agora.

Em compensação, tentamos colocar Enya pra ela ouvir na hora da massagem, logo antes de dormir, mas ela logo diz: "I don't like this song." É que ela fica emocionada com músicas melosas e não gosta de ficar se sentindo emocionada! 

Quanto à massagem, começamos a fazer logo após o banho, antes dela dormir, pois ela estava acordando com frequência nas últimas semanas. Queríamos que relaxasse mais pra dormir. Tem funcionado um pouco. Também banimos o iPod próximo da hora de dormir. Colocamos as músicas que ela gosta, baixinhas (principalmente os Chili Peppers, claro!), enquanto a trocamos e fazemos massagem.


It's rock n' roll, dude! (with a liiiiiittle bit of funk)

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Narrando os acontecimentos


A Laura hoje à noite estava sentadinha no penico e começou a narrar os acontecimentos do dia :-) Ela ainda não acerta sempre nos tempos verbais, mas achei muito bonitinho que ela já consegue contar uma sequência de eventos. Disse algo como: "I was playing with my friends Alê ... Luíza (com ênfase), and Daddy came and get me and bring me home! And then there was a... Ghost! It was Julienne! ...". Ou seja, contou que eu a peguei na escola justamente quando estava começando uma brincadeira. E, ao chegar em casa, fingiu que a babá era um fantasma e correu para seu quarto, para se esconder, como de costume!

Seu vocabulário, tanto em inglês quanto em português, tem aumentado bastante. Para sua idade, consideramos ela fluente em ambas as línguas. E ela já tem consciência de que trata-se de línguas diferentes. Por exemplo, já pede para falarmos em português ou em inglês. Tem dias em que, mesmo em casa, em que a regra é falar inglês, ela pede para falar português. Está bem legal esta fase!


Daddy, look, a butterfly!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Dia das Mães 2012


Ontem foi a comemoração do dia das mães na Maple Bear. As crianças já estavam ensaiando havia algumas semanas. Não sabíamos exatamente como seria, mas as meninas deveriam vestir-se de vermelho.


Turma da Laura no ensaio


A apresentação da Laura foi por volta das 8:30. Chegamos mais cedo e sentamos bem na frente. Mas, pela experiência do balé do dia anterior, em que ela chorou assim que viu a mãe, preferimos que a Junia se escondesse um pouco antes da Laura entrar no palco. 

Vimos a apresentação do Toddler, que foi uma graça. Todos tão pequenininhos! E somente um chorou, mas não chegou a deixar o palco. Cantaram "Skid-a-marink a dink a dink". Foi bem legal. Lembro que a Laurinha no ano passado, no Toddler, ao cantarem "Do the monkey..." não ficou quase nada no palco, pois chorou copiosamente e a Miss Mara teve que retirá-la. 

Quando o Toddler terminou, a Junia foi lá pra trás. O Nursery veio em fila, com mãozinha no ombro, e subiu no palco. A Laura me viu e deu tchauzinho. Estava alegre! Começaram a cantar "You are my sun...sun sun". 


Laura no Palco

Cada criança tinha um coração no pescoço com o nome da mãe. A Laura também começou cantando timidamente. Mas logo parou e pôs o dedinho indicador na boca, fazendo beicinho. Foi assim até quase o final e desatou a chorar! 

Quando estavam descendo do palco, novamente em fila, ela não se moveu e uma das professoras a carregou até a Junia. Chorava muito. Dissemos que ela tinha ido muito bem. Ela até se acalmou um pouco e tiramos umas fotos dela com a Junia.


No final da apresentação, choro!
As outras crianças já tinham voltado e várias meninas tiravam fotos juntas. Ela não quis nem saber! Não queria descer do colo da Junia. Fomos pra casa. Mas percebemos que as coisas estão melhorando. No dia anterior, no balé, já tinha sido bem melhor que das outras vezes. Esse é o jeito da nossa filhinha! Abaixo, mais algumas fotos:





domingo, 13 de maio de 2012

Pânico no Penico!


Hoje a Laurinha se trancou no banheiro. Isso nunca tinha acontecido. Foi no banheiro social, quando ela foi fazer pipi. Os banheiros têm travas por dentro, no lugar de chaves, mas com o mesmo funcionamento. 

Já tínhamos levantado essa possibilidade e eu tinha visto que dá pra abrir facilmente pelo lado de fora com uma chave de fenda, pois as travas têm um buraquinho com um pino e uma fenda na ponta pra encaixar a chave e girar pra abrir por fora. 

Sendo assim, quando ouvi a Junia, afobada, perguntando pra Laura se ela tinha se trancado, fiquei tranquilo e fui pegar a chave de fenda. Obviamente, nessas horas, a lei de Murphy mostra a que veio. O problema: a fenda da trava do banheiro social estava quebrada! 

Aí começamos a instruir a Laura a tentar girar a trava, mas ela só girava um pouco e parava, pois a trava é meio dura. Só não entendo como ela conseguiu fechar, então! Tentei ajudar puxando a porta, mas a Laura não conseguia girar. Ela começou a dizer: "hei, get me out of here!"  :-) Depois começou a choramingar, ficando preocupada. Tentei olhar pela janela para instruí-la, mas ela realmente não conseguia girar a trava mais que uns 30 graus.

Eu tive a ideia de pegar uma chave de boca pra ver se encaixava no que restou do pino quebrado. Felizmente deu certo! Ficamos aliviados e tentamos ensinar pra ela como abrir, mas ela não quis. Estava meio abalada e foi se acalmar com a Junia. Mas ficamos admirados de como ela conseguiu manter a calma durante a situação, que deve ter durado quase 10 minutos. Somente chorou no finalzinho!
"Tocando" violão depois do aperto!


Brincando no Parque da Cidade


sábado, 12 de maio de 2012

Balé no Dia das Mães


Na sexta, 11 de maio, foi apresentação de balé da Laura em comemoração ao dia das mães. Havíamos dito a ela que iríamos vê-la e até que parecia bem tranquila com a ideia.






Cheguei mais cedo à escola e fui almoçar primeiro. A Junia se atrasou. Pouco antes do horário marcado eu entrei e a apresentação começou.




A Laura estava de tutu. Ficou sentadinha como as outras meninas, uma graça. Seguiu as orientações da professora até bem, apesar de estar meio aérea. Mas acenou pra mim e sorriu! 






Fez uns exercícios no solo, depois correu pelo palco, deu piruetinhas, etc. 




Mas assim que a Junia chegou, acabou tudo! Quando viu a mãe, travou e começou a chorar. A professora a pegou no colo e trouxe até a Junia. Ela quis ir embora e a levamos. 

Ainda tiramos umas fotos na saída da escola. Chegamos em casa e a Bruna, filha da babá, estava lá. Foi bom, pois a Laura gosta muito dela e se distrai. Eu e a Junia já havíamos almoçado e decidimos sair logo, pois já era mais de uma da tarde. Despedimo-nos e ela chorou um pouco. Se a Bruna não estivesse lá pra distraí-la, acho que teria sido bem difícil sair de casa de novo.


Mais fotos dela de bailarina:










terça-feira, 8 de maio de 2012

Reunião de Pais - Maio de 2012


Hoje teve reunião de pais que marcamos com a Miss Amanda, professora da Laura, para discutir o boletim escolar. Questionamos o fato de ela não estar alcançando as expectativas em determinados quesitos no boletim, principalmente nos que ela superava a expectativa no ano passado. A professora explicou que alguns critérios são diferentes do ano passado.

Alguns desses critérios eu entendi e concordei, mas outros nem tanto. Em resumo, precisa melhorar em habilidades sociais. Segundo a professora, as habilidades matemáticas foram anotadas como "em desenvolvimento" para todas as crianças. Bem que eu estava estranhando, pois a Laura já conta até 100 e reconhece os números, enumera, conhece as formas, etc. O que é até um pouco acima do esperado para essa idade.

De qualquer forma, foi boa a reunião.

Atualização: em conversa com os outros pais nos dias seguintes, descobrimos que todos tiveram a mesma impressão de que seus filhos regrediram! Deve ser mesmo uma questão de critérios. Vamos ver como será a próxima reunião...



sábado, 5 de maio de 2012

Vila Animada sem Choro


Esta tarde fomos à Vila Animada do Shopping Iguatemi pela terceira vez. Das outras duas, saímos de lá depois de quase duas horas e com a Laura chorando muito por não querer ir embora. 

Dessa vez, conversamos com ela sobre o assunto enquanto tomávamos sorvete na Yogoberry (fomos ao shopping porque a Junia queria comprar roupas vermelhas para a Laura, para a apresentação do dia das mães na escola). Dissemos que das outras vezes ela chorou muito e que não queríamos ir lá de novo para depois sairmos com ela chorando. 

Dissemos também que está ok sair de lá triste, mas sem gritar. E que só iríamos se ela concordasse em, quando desse a hora, sair numa boa. Dissemos que iríamos marcar a hora no celular e mostrar pra ela, pra ver que estava chegando a hora. Ela concordou com tudo, como sempre faz. Logo, não estávamos muito certos de que daria certo. Mas fomos. 

Chegando lá, explicamos de novo o combinado. E fiquei com ela lá enquanto a Junia saiu para comprar as roupas. Fiquei mais de uma hora e revezei com a Junia. Aproveitei também para ir comprar um tênis. Voltei e esperei mais uns 20 minutos até que a Junia saiu com ela, sem choro!!! Achei incrível, pois a Laura estava muito bem, muito diferente das outras vezes. Eu, sinceramente, estava esperando por muito choro e ranger de dentes :-)

Vendinha da Vila Animada


Paguei o estacionamento e fomos pro carro. Nós a elogiamos bastante pelo comportamento e ela parece ter ficado orgulhosa.

Bruxinha com seu sapinho no "toy day" ("casual friday" da escola)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Quero ir de cavalinho!


Hoje ao buscar a Laura na escola ela veio toda feliz, vestida de bailarina, como de costume. Estacionei atrás da escola, como faço nos dias de balé, para almoçar antes de pegá-la. 


Bailarina

Na ida pro carro, ela viu um pai carregando o filho de cavalinho e pediu: "I want to go on Daddy's horse!"  Eu estava cheio de bolsas e ainda levando a Gigi, sua girafinha de pelúcia, e disse que não dava. Ela começou a choramingar e combinei com ela que ela mesma teria que levar a Gigi, pois eu não tinha mãos suficientes. Ela aceitou e eu a coloquei no ombro, segurando seu pé com a mãos esquerda e as bolsas com a direita. 

No início ela se desequilibrou e eu disse que tinha que segurar na minha cabeça. Daí foi tranquilo. Fomos pro carro e ela pediu chupeta e iPod. No caminho ela ligou a câmera e queria me mostrar que estava me vendo pelo iPod. Eu dei uma olhada quando paramos num sinal. 

Chegou em casa dormindo e eu tive que subir com ela deitada no colo e mais o bando de bolsas, ai que peso! No elevador ela acordou um pouco e, ao chegar no nosso andar, pediu para entrarmos pela porta da sala, ai, ai! Eu disse que não dava, pois eu teria que abrir a porta e não tinha mão sobrando (se fôssemos pela outra porta, a babá abriria). Ela insistiu e eu disse que teria que descer então, pois estava muito pesada. Isso tem sido bem comum ultimamente: ela não quer ver a babá de imediato ao chegar em casa. Às vezes até chora! Mas depois de uns 5 minutos, já está tranquila, conversando e brincando com a babá!

Dessa vez, como não queria descer do colo, toquei a campainha da porta da cozinha e ela fingiu que estava dormindo quando a babá abriu a porta. Fomos pro quarto e ela parecia querer dormir, mas logo acordou e quis ver o que tinha pro almoço.

Ganhou da babá um pedaço de frango na boca e fomos lavar as mãos. Pediu pra trocar de roupa, pois a meia calça de balé era muito escorregadia pra andar em casa. Mas queria que eu a trocasse. Trocá-la, na verdade, acabou se tornando mais um ritual dos dias em que ela tem balé. Eu a vesti e ela foi almoçar.


quarta-feira, 2 de maio de 2012

The Number Six (eca!)


Esta noite a Laura estava fazendo cocô no peniquinho enquanto a Junia fazia omelete pra ela. Ao terminar, fui limpá-la e ela disse: "look, Daddy, the number six!"  (olha, papai, o número seis!) Eu ri muito, pois realmente o produto parecia o número seis! Ao me ver rindo, ela disse: "Daddy, are you laughing? That's so kind!"  (papai, você está rindo? Que gentil!) :-)



domingo, 22 de abril de 2012

Aniversário de Brasília


Ontem foi aniversário de Brasília e fomos de manhã ver os balões na esplanada, pois é época do campeonato de balonismo. Na verdade dá pra ver balões pelo céu da cidade no início da manhã e no final da tarde. Mas quando chegamos na esplanada, de onde eles partem, já não tinha mais nenhum! 


Aniversário de Brasília


Chegamos tarde, umas 10:30. Foi super difícil chegar, pois toda via que ia pro eixo monumental estava bloqueada. A esplanada inteira estava interditada. Parei na S2, um pouco depois da catedral. Não tinha balão nenhum, mas estava tendo show do palavra cantada ao vivo. A Laura curtiu. O sol estava de rachar e ficamos pouco tempo. Fomos pro carro umas 11:30 e, já em casa, fomos passear pela vizinhança.


Show do Palavra Cantada na Esplanada

E hoje tentamos novamente ver os tais balões. Fomos bem mais cedo, chegando lá às 9h. Mesmo assim já era tarde demais. Só havia um balão subindo e descendo com as pessoas. Os da competição já não estavam mais lá. Mas pelo menos a Laura pôde ver um bem de perto. Ficamos uns 20 minutos na fila, mas aí disseram que acabou o gás e não conseguimos. Mas a Laura curtiu o picolé e a pipoca.


O único balão (e nem subimos nele!)

Depois fomos pra fonte da torre de TV. Brincou muito de correr na frente da água espalhada pelo vento. Dissemos que não teria mais picolé e pipoca e aceitou bem. Quis foi uma pipa, mas não compramos. Reclamou e insistiu, mas se distraiu e pediu pra subir "no elevador"! Ou seja, lembrou-se da última vez que subimos na torre. A fila estava grande e explicamos. Mas ela queria logo! Distraímos até chegar nossa vez. Ficamos uns 5 minutos lá em cima e descemos. 

Na fonte da Torre de TV


Na fonte da Torre de TV (olha que molhança!)

No alto da Torre de TV

No alto da Torre de TV



Quando fomos pro carro, chorou que não queria. Cismou que queria picolé. Mas a regra é: permitir guloseimas no fim de semana, mas não ficar dando a ela essas porcarias o tempo todo. Nem sempre funciona, mas costumamos combinar antes que ela vai poder escolher alguma coisa, sem repetir. Fomos embora com ela chorando. Mas depois ficou bem.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Coelhinho da Páscoa


Na véspera do domingo de Páscoa eu e a Junia preparamos o clima para a chegada do Coelhinho da Páscoa. Espalhamos folhas de EVA pela sala e fizemos pegadinhas de coelho com talco para indicar os locais onde o Coelhinho da Páscoa teria escondido os ovinhos de chocolate :-) 

O Coelhinho da Páscoa passou por aqui!

A Laura não sabia de nada, mas parece que adivinhou! Ao acordar, lá pelas 7:30, foi direto pra sala, coisa que nunca faz! E aí disse: "wow, the colors!" (referência às placas de EVA que espalhamos no chão pra marcar as pegadas, pois o piso é claro demais). Não notou as pegadas de talco, apesar de muitas. Tivemos que mostrá-las pra ela e dizer que eram onde o Coelhinho da Páscoa tinha andado pra esconder os ovinhos. 

Ela então ficou animada e começou a procurar. Mas foi olhar debaixo do sofá, embora as pegadas indicassem as almofadas! Aos três anos de idade, algumas vezes ainda falta um pouco de noção. Finalmente ela levantou a almofada e achou um ovinho com bolinhas de chocolate dentro. Adorou! Tínhamos colocado outros dois pequenos, mas ao abrir ela não gostou do recheio. O negócio dela é chocolate puro!

A palavra mais ouvida naquele domingo de Páscoa: uhmmm!!!

Comeu bastante chocolate ao invés de tomar café da manhã! Mas uma vez por ano não tem problema. Dissemos que talvez o Coelhinho viria de novo depois da soneca. De fato, quando ela foi dormir à tarde, colocamos mais vários ovinhos pequenos. Ela dormiu pouco e logo acordou e foi correndo pra sala procurando mais pegadas. Mostramos e ela pegou todos. Comeu chocolate demais nesse dia. E com gosto! Toda hora soltava um uhmmmm com a boquinha cheia! Foi muito legal!