terça-feira, 26 de julho de 2011

Viagem a Porto de Galinhas - Quinto dia e volta pra casa



Amanheceu chovendo novamente, mas lá pelas oito abriu o sol. Mas foi outro daqueles dias com nuvens a toda hora e muito vento. Entrar na piscina foi uma tortura, mas depois do café, lá pelas 10:30 foi o que tivemos que fazer. Na verdade a Junia, pois eu prefiro evitar :) E o vento frio fazia ficar ainda pior.

Lolly e mamãe na piscina com vento frrrrriiiiiio!

Cerca de uma hora depois começou a chover e tivemos que sair da piscina. Como já era quase meio dia, fomos pro quarto pra a Laurinha dormir.

Enquanto dormia, a Junia aproveitou para começar a fazer as malas, pois partiríamos no dia seguinte.

Depois que acordou e almoçou no quarto, na hora de trocar de roupa pra sairmos de novo, Laurinha descobriu um joguinho no iPod que adorou: O Shape Builder. Ficava super concentrada jogando, montando os jigsaws. Foi difícil fazê-la desistir e sair do quarto. Na verdade, ela anda meio viciada nesses quebra-cabeças. Depois vou escrever um post especificamente sobre isso.

Como era o último dia, decidimos deixá-la escolher o que queria fazer à tarde. Quis ir pra piscina, obviamente! O problema é que estava ventando muito e a água da piscina estava fria. A coitada da Junia teve que entrar com ela. Tentou persuadi-la a entrar sozinha, mas ela ficava apontando pra piscina e dizendo: get in, mommy! e quando era sua vez, ela mesma nao tinha coragem de entrar: molhava parte do corpo e já tentava sair, morrendo de rir, por causa do frio.

No início da noite, deixamos que ela escolhesse o passeio. Fomos novamente pro espaço "zen", que ela curtiu bastante, pois há várias coisas pra se ver e tocar. Dessa vez percebemos um enfeite, aparentemente feito com coco, que lembra um rato.

Brincando com o ratinho de coco

No jantar, ela comeu duas das coisas que mais gosta: massa e gelatina.

Comendo "purple jelly", como ela diz

Terminamos de fazer as malas depois que a Laura dormiu. E no dia seguinte fomos tomar café mais cedo, pois pouco depois das oito viria o carro para nos levar para o aeroporto. Explicamos para a Laurinha que iríamos voltar pra casa. Falamos pra ela que iríamos embora pra casa, mas não dava pra saber se caiu a fixa.

Última foto do bangalô

Após o café, ligamos pra recepção para virem buscar as malas e saímos levando o carrinho de bebê com a Laurinha, pra fazer o check-out.

Na recepção durante o check-ou

Saímos do hotel no horário combinado. A estrada para Recife é muito esburacada e o carro acabou furando o pneu após uns 40 minutos da viagem de cerca de uma hora. O motorista estava falando ao celular na hora e não deve ter visto o buraco. Fiquei bastante irritado com a situação de nos colocar em risco. Além disso, ele ia trocar no acostamento, logo após uma curva, o que achei completamente absurdo e arriscado. Eu pedi que ele fosse mais à frente e entrasse em um recuo na entrada de uma empresa. A troca foi rápida, uns 10 minutos no máximo, e seguimos.

No aeroporto, após o check-in, ainda passamos em umas lojas pra comprar umas lembrancinhas. Felizmente o voo estava no horário e saímos no prazo previsto.

Entrando no avião

Uma coisa interessante nessa viagem foi que a Laurinha se comportou muito bem no avião, tanto na ida quanto na volta. Chegou mesmo a gostar de estar em uma aeronave, olhando pela janela e comentando das nuvens. Nem se compara com as outras vezes, em que ela ficava super nervosa por estar presa ali.

Chegamos em casa pouco antes das 16h e a Laurinha ficou super feliz de estar de volta. Parecia estar com saudades de casa.

Feliz por estar em casa

De maneira geral, gostamos da viagem. Porém, esperávamos mais do hotel, por ser bastante caro e ter avaliações muito positivas na internet. Realmente é tranquilo e oferece um ambiente para descanso, que é o que queríamos. Porém, o serviço foi meio fraco. As opções do cardápio infantil são ridículas. As do cardápio normal também não são muito variadas. O restaurante só abre para o jantar às 7:30 da noite, o que pode ser um problema para quem tem crianças. A praia tem pedras demais e pode ser até perigoso caminhar por ela.

Outro fator negativo foi o frio nessa época do ano. Não esperávamos que fosse prejudicar tanto. Mas houve alguns dias em que o vento realmente estava bem frio e complicou a entrada na piscina e no mar. Considerando o fato de que a Laura adora água e o frio não a detém, passamos momentos bastante desconfortáveis por causa do vento frio.

Os pontos positivos são que o local é aconchegante, os funcionários são educados e a comida é bem saborosa no geral. O clube infantil tem uma estrutura muito boa e tem baby sitter. Os bangalôs são espaçosos e oferecem um clima de romantismo para quem vai a dois. Mas para quem vai a três ou mais, chega a ser escuro demais por dentro. E para quem não curte muito os insetos, como a Junia, praticamente não vimos nenhum dentro do bangalô. Mas também utilizamos aqueles inseticidas líquidos de ligar na tomada 24h por dia.



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