CalibreAnywhere Android App

CalibreAnywhere

Purpose of the App: CalibreAnywhere is a personal productivity tool designed to help users manage and sync their digital book collections. The app uses Google Drive to store and access library metadata, allowing for seamless reading across devices.

Privacy Policy

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Histórico do sono

A Laurinha não dá trabalho para ir adormecer à noite. Temos uma rotina bem estabelecida, que muitas vezes é iniciada  pela própria Laurinha. Vamos diminuindo o ritmo, as luzes da casa, nos despedindo das brincadeiras, até que vem o banho, a história, mamar e dormir.


Já permanecer dormindo é outro departamento. A Laurinha nunca dormiu muito bem. Com exceção de um período entre 2 e 5 meses de idade, em que ela dormia a noite toda, ela sempre demandou nossos cuidados à noite. Na época em que o Douglas revezava comigo, chegamos a tentar o desmame noturno. Que foi mais ou menos bem sucedido: a Laurinha chegou a dormir períodos de 6 horas initerruptas por um tempo, até ter uma gripe. Claro que com a gripe eu liberei o peito novamente e voltamos à estaca zero.

Depois disso, resolvi continuar fiel ao princípio de atender as necessidades noturnas da Laurinha, enquanto for tolerável para mim e não afetar o equilíbrio da família. Embora o Douglas tenha relutado um pouco, eu o convenci de que eu conseguiria assumir sozinha a rotina da noite. Achávamos que isso era temporário e que a Laurinha dormiria cada vez melhor com o passar do tempo. Mas a realidade não foi bem essa.

Nos últimos tempos, o mais comum é a Laurinha acordar 2 vezes por noite.  3 vezes  ou mais nas noites ruins (nascendo dente, nariz congestionado...). E é muito difícil para o Douglas fazê-la dormir, pois ela só aceita que eu a pegue do berço, quando acorda no meio da noite. A soneca do dia ela ainda dorme com a babá (único momento em que pega chupeta), mas à noite, só a mamãe (e o peito) resolve. De qualquer forma, embora ainda não possa falar em tendência (o progresso nunca é linear!), as coisas vão melhorando. As noites em que ela acorda apenas uma vez têm se tornado mais frequentes.

Alguns pais contam com orgulho que seus filhos dormem a noite toda, como se isso fosse indicativo do quanto são bons pais. Mas o fato é que isto tem pouco ou nada a ver com seu estilo de criação. Em geral, fatores biológicos e o temperamento da criança são mais determinantes para o despertar noturno do que outros motivos.

Até mais ou menos os 2 anos de idade, os ciclos de sono não-REM, que é o mais leve e durante o qual estamos mais sujeitos a acordar, são mais frequentes e mais curtos nos seres humanos. Biologicamente, os bebês precisam ter um sono mais leve mesmo, para não correrem o risco de não despertar quando estiverem com fome ou com algum desconforto mais sério. É questão de sobrevivência. Do ponto de vista neurológico, os cientistas dizem que este padrão está relacionado com o desenvolvimento e amadurecimento do cérebro. E alguns bebês simplesmente são mais vulneráveis que outros a acordar neste período. Aí entram mil teorias que poderiam explicar esta vulnerabilidade, como o temperamento da criança, que diz o quanto ela é sensível ou adaptável. Sem mencionar a influência de eventos como dentição, ansiedade de separação, resfriado...

Além de não querer interferir com o caminho natural do amadurecimento neurológico e psicológico da Laurinha, afinal, cada criança tem seu tempo, o principal fator para que eu prefira acordar à noite para atendê-la é que acredito nos benefícios psicológicos de estar disponível para ela. Acredito que isso faz parte do investimento necessário, principalmente nos dois ou três primeiros anos de vida, para o desenvolvimento equilibrado da Laurinha como pessoa.

Neste período, a criança está desenvolvendo a confiança nos pais, e somos modelo para todos os demais relacionamentos que ela terá ao longo da vida. Quando eu me mostro disponível para atender suas necessidades, eu estou passando a mensagem de que ela é importante, de que ela pode contar comigo (dia ou noite :-), e, por extensão, no futuro, que pode confiar em si mesma e nas pessoas. Isso não significa fazer tudo que ela quer ou poupá-la das frustrações com as quais ela já tem que lidar. Trata-se apenas estar sintonizada com o que ela precisa, principalmente do ponto de vista emocional.

Estou mimando ou deixando a Laurinha no controle? Não acho. Até porque, se não desse conta da rotina, teria buscado outras alternativas (suaves e graduais, sempre!). Mas pode parecer que sim, para os que têm uma visão autoritária de disciplina, onde tudo é uma questão de poder e controle.

Também não acho que estou fazendo com que ela se torne mais dependente do que seria natural para a idade. Acho que eu a estou apoiando a conquistar sua independência. Quando crio a confiança de que suas necessidades são levadas a sério e dou toda atenção e amor que ela precisa, estou ajudando a Laurinha crescer mais segura. Além disso, se você atropela o processo, forçando a criança a assumir uma independência para a qual ela ainda não tem maturidade,  ela pode até se comportar como você quer em uma situação específica, mas a insegurança vai permanecer e se manifestar em outros aspectos da vida dela.

Em suma, estou aguardando e dando suporte para que ela atinja a maturidade do sono naturalmente. Sem desmame, "treinamentos" (estilo Tracy Hogg), deixar chorar ou outros artifícios, que, na minha opinião levam em conta mais (ou só) a conveniência para os pais do que o benefício para a criança. É desgastante, exige muita energia e paciência, mas tenho certeza de que será compensador.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Visita dos avós paternos

Duas semanas após a visita dos avós maternos vieram visitar a Laurinha seus avós paternos. Chegaram no dia 4 de setembro, um sábado, à tarde.

Avós paternos em Brasília

Novamente, a Laurinha só ficou meio ressabiada no início, mas logo foi se soltando. Achamos que ela ficou meio confusa com tanto vovô e vovó. Afinal, há poucos dias já tinham vindo os outros avós!

Brincando com os gatinhos pela grade

Mas logo ela já estava mais à vontade e até brincando com eles. Quando eles estavam na sala, ela vinha correndo lá do quarto procurando o vovô. Queria toda hora colocar o fone de ouvido do radinho do vovô para ouvir também.

Correu para ouvir o fone do vovô


No domingo nós passeamos pelas quadras e deixamos a Laurinha conduzir o passeio. Ela quis atravessar o eixão e ir até as quadras 200. Logo achou um parquinho e já quis subir nos brinquedos. Depois atravessamos de volta e ela correu para o parquinho de costume, da quadra vizinha à nossa.

Escalando (tadinha da mamãe!)

Também fomos ao Parque da Cidade, onde mal chegamos e ela já correu para o balanço. É engraçado que ela passa vários minutos sentadinha no balanço e parece que vai ficando com sono. Então, de repente, pede pra descer e já sai correndo por aí.

Balanço no Parque da Cidade

Além dos passeios com a Laura, aproveitei para levar meus pais ao Congresso Nacional. Minha mãe já tinha ido, mas meu pai não conhecia.

Ida ao Congresso (túnel do Anexo IV)

Visitação à Câmara (Relíquia do Antigo Plenário ao fundo)


Por fim, a Laurinha parece ter gostado bastante da visita. No último dia já chamava o vovô e a vovó de forma bem natural. E ficou bem tranquila para tirar umas últimas fotos no colo.

Última foto antes de partirem (o cabelo pra cima é porque é bem cedo!)

Boa viagem, vovô e vovó!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Festinha de Dois Anos do Guilherme

Como no ano passado, a Laurinha foi convidada para a festa de aniversário do Guilherme e não podia perder, pois tinha adorado a última, apesar de só ter seis meses naquela ocasião. Os titios Paulo e Patrícia nos convidaram a pedido do papai, José Eduardo. Foi no Minas Brasília Tênis Clube, no dia 28 de agosto. Também estavam lá vários coleguinhas da natação e até as professoras.

A Laurinha foi com um lindo vestidinho e estávamos crentes que iríamos tirar muitas fotos dela assim. Mas não deu tempo de tirar nenhuma foto com o vestidinho, pois no momento em que chegamos à festa e que ela viu a meninada brincando nas duchas, ficou doidinha pra ir brincar também! Mal deu tempo de trocar sua roupa :-)
Lá vai ela...

O dia estava bem quente e deixamos que ela se esbaldasse. É impressionante como ela gosta de água! E, apesar do calor, a água tava muito fria. Mas ela nem ligou.

Que beleza!


Passamos um pouco de aperto, pois queria ir nos brinquedos toda molhada. Acabamos por tirar seu vestidinho de brincar e a deixamos mais à vontade. Não faltou rolar na grama e subir nos brinquedos toda suja de capim :-)

No balanço, toda suja de capim


Achamos que ficaríamos pouco tempo, devido à proximidade da hora da soneca da tarde dela, mas acabamos mesmo passando a tarde na festinha, pois ela estava se divertindo muito.

Titio Paulão, amigão do papai



E lá vem ela querendo se ver na câmera!


O tema da festa foi o Cocoricó e, como a Laurinha também é fã, aproveitamos para tirar uma fotos dela no cenário.

Entre a Lilica e o Astolfo (ela também adora o Cocoricó)

Quando ela viu o cavalo Alípio, reconheceu logo e veio correndo. Acho que veio correndo mais foi porque viu que o Guilherme, o aniversariante, já estava lá brincando com ele :-)

Disputando o Alípio com o aniversariante!

Quando o Guilherme pulou do Alípio para a vaquinha Mimosa, a Laura teve sua chance de se sentar no Alípio também. Mas adivinha: nem ligou e correu atrás do Guilherme, querendo subir na Mimosa também! O brinquedo do outro é sempre mais divertido :-)

Disputando a Mimosa com o aniversariante!

Ao final, ela adorou a festinha do Guilherme, o que dava pra ver pelo estado de sua roupa e de seu cabelo! O ruim é que brincou tanto que perdeu a hora do descanso.  Ficou super irritada na hora de ir embora. Foi um custo para sentá-la na cadeirinha do carro.

Parabéns Guigui!